As primeiras radioemissões:
Nos anos de 1895 e 1896, Aleksander
Stepanovitch Popov, Henry Bradwardine Jackson e Oliver Joseph Lodge, com muitas limitações,
conseguiram transmitir sinais de rádio a pequenas distâncias. O que deu
condições para que Guglielmo Marconi inventasse o primeiro sistema prático de
telegrafia sem fios e construísse os primeiros equipamentos de transmissão e
recepção, como dito no post ‘A História do Rádio – Parte I’.
Uma grande conquista aconteceu quando a pequena distância de cem
metros ampliou-se no mesmo ano para incríveis dois quilômetros, e já em maio de
1897 para treze quilômetros.
No início do século XX, o Atlântico Norte já era
cruzado por sinais de radiotelegrafia.
Em 1904, o consultor científico de Marconi, John Ambrose Flemming,
um engenheiro eletrônico e físico britânico desenvolveu técnicas de
radiotelegrafia e inventou a válvula de dois elementos (diodo).
Logo em seguida o padre católico e
inventor brasileiro Roberto Landell de Moura, obtém nos Estados Unidos, as
patentes do transmissor de ondas, telefone sem fio e telégrafo sem fio.
Landell de Moura é considerado um dos
vários "pais" do rádio, no caso o pai brasileiro do Rádio. Foi
pioneiro na transmissão da voz humana sem fio (radioemissão e telefonia por
radio).
O padre gaúcho Landell de Moura realizou,
em 1893, do alto da Avenida Paulista ao morro de Sant'Anna, em São Paulo, numa
distância de oito quilômetros, a primeira experiência de radiotelefonia de que
se tem registro, embora não haja documentos que comprovem o fato.
Marconi se notabilizou por transmitir
sinais de telegrafia por rádio; mas só transmitiu a voz humana em 1914.
Pelo
seu pioneirismo, o Padre Landell de Moura é o patrono dos radioamadores do
Brasil.
A Fundação Educacional ‘Padre Landell de Moura’, foi assim batizada em
sua homenagem.
Coesor inventado por Edouard Branly
Rádio Zenith modelo 5B042, de 1946. No detalhe um diodo inventado por John Ambrose Flemming
Guglielmo Marconi
Padre Roberto Landell De Moura





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